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Clippings - 04/01/19

Licenças de perfuração dão salto em 2018

Petrobras e Equinor receberam maior número de autorizações do Ibama no ano; veja detalhamento incluindo sísmica e produção

O Ibama emitiu 20 licenças de perfuração em 2018, um salto significativo em relação ao ano anterior, quando apenas uma licença foi concedida – para a Equinor perfurar no bloco BM-S-8, na Bacia de Santos.

A petroleira norueguesa e a Petrobras foram contempladas com seis licenças cada uma, no primeiro caso para conduzir atividades em Carcará, no pré-sal de Santos, e, no último, para perfurar nas bacias de Campos, Santos e do Espírito Santo.

A PetroRio recebeu licenças para perfurar no campo de Polvo, na Bacia de Campos; a Shell, para conduzir atividades nas áreas de Sul de Gato do Mato e Alto de Cabo Frio Central, na Bacia de Santos, e a Total, para perfurar no campo de Lapa, na mesma bacia.

Sísmica

Em 2018, o Ibama emitiu 22 licenças de aquisição de dados sísmicos, três a menos que no ano anterior. Elas contemplaram cinco empresas: PGS (7), Petrobras (7), Spectrum (5), Polarcus (2) e CGG do Brasil (1).

As licenças da PGS são para aquisição de sísmica 3D nas bacias da Foz do Amazonas e de Sergipe, e as da Petrobras, para sísmica 4D no Parque das Baleias, e 3D com nodes em Libra e Búzios.

Já a Spectrum recebeu licenças para conduzir pesquisas sísmicas 3D na Bacia Potiguar e 2D em Pernambuco-Paraíba, enquanto a PGS e a CGG foram autorizadas a adquirir dados 3D nas bacias de Santos e do Espírito Santo, respectivamente.

Produção

O Ibama também emitiu um número maior de licenças de produção em 2018: foram 42 ao longo do ano, ante 31 em 2017.

A Petrobras obteve 28 licenças contemplando o desenvolvimento do pré-sal e o TLD de Libra; dos campos de Tartaruga Verde, Barracuda, Caratinga e Tiro e Sídon; além do sistema de escoamento de gás de Cabiúnas, entre outros projetos.

Também obtiveram licenças no ano a PetroRio (campo de Polvo), QGEP (Atlanta), Shell (Bijupirá e Salema), Total (transferência de titularidade do campo de Lapa) e Raízen (Parque das Conchas).

Fonte: Revista Brasil Energia