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Clippings - 02/03/17

Limites na zona de proteção do aeroporto

A prefeitura de Itajaí quer adequação nas regras impostas pela Aeronáutica que limitaram em 45 metros a altura máxima para os edifícios que ficam em zona de proteção do Aeroporto de Navegantes. No ano passado a legislação foi alterada e as limitações ficaram mais abrangentes. Hoje, incluem boa parte dos bairros de maior interesse da construção civil para a verticalização.

A portaria que definiu novos limites, em todo o país, foi publicada pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) um ano atrás. Itajaí quer que
Navegantes tenha um plano específico, que terá que ser aprovado pelo Ministério da Defesa. A Secretaria de Planejamento pediu apoio à superintendência da
Infraero em Navegantes para interceder junto à Aeronáutica e pedir agilidade na avaliação do caso.

A alteração das regras foi solicitada pela prefeitura ainda no ano passado, argumentando que já há edifícios mais altos do que o limite na zona restrita.
Até mesmo os portêineres dos portos de Itajaí e Navegantes, equipamentos que suspendem os contêineres, ultrapassam a altura permitida.

A limitação preocupa os construtores, já que a lei de zoneamento autoriza prédios de até 105 metros de altura, dependendo da localização. Com as novas
regras, o limite passou a ser menos da metade.

A Secretaria de Planejamento tem encaminhado todos os projetos protocolados para avaliação da Aeronáutica, antes de dar o aval para novas construções.

Itajaí para o mundo

A cidade voltou a figurar entre as imagens publicadas pela National Geographic.

A imagem, feita pelo fotógrafo Alfabile Santana, mostra o efeito azulado de um fim de tarde na baía Afonso Wippel, o Saco da Fazenda, visto a partir da Praia da Atalaia.

Vila da Regata

A área onde está hoje a Vila da Regata em Itajaí pode ser entregue à iniciativa privada. O Porto de Itajaí, proprietário do terreno, avalia a possibilidade de
mandar um projeto de lei à Câmara de Vereadores para alienação de toda a área.

O condicionante, de acordo com o superintendente do porto, Marcelo Salles, é que o comprador construa ali uma estrutura turística, com um boulevard, um píer para transatlânticos e receptivo.

A ideia é uma maneira de desobrigar a prefeitura a indenizar a área, que, por ser do porto, pertence em última instância à União – e vem sendo usada
irregularmente, o que já rendeu multas emitidas pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).