A LLX informou ontem que a sua subsidiária LLX Açu Operações Portuárias assinou contrato para a renovação do financiamento com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) por mais três anos, com juros anuais.
A renovação é referente ao empréstimo-ponte, no valor de R$ 518 milhões, firmado em fevereiro de 2012. Os recursos desembolsados estão sendo usados para financiar as obras
civis relativas ao aterro hidráulico, dragagem e construção do quebramar, bem como os demais investimentos iniciais relativos ao projeto de implantação do Superporto do Açu localizado no município de São João da Barra, informou a LLX em fato relevante, enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que acrescentou que a renovação é importante para o alongamento do prazo médio do e vidamento da companhia.
Wencta. Em agosto, a empresa de logística do grupo X anunciou a venda de uma participação para o fundo de investimentos EIG, com sede em Washington. Há quatro dias, as duas companhias confirmaram o negócio, que vai render R$ 1,3 bilhão à LLX. Daqui a 15 dias, os americanos se tornarão controladores da empresa X.
Segundo a LLX, o investimento da EIG, que será realizado via aumento de capital da companhia, será iniciado em. breve.
Os recursos permitirão à empresa de logística continuar as obras do porto do Açu, um arrojado projeto localizado no norte fluminense previsto inicialmente para operações de minério de ferro, petróleo, entre outros produtos.
No início deste mês, o grupo siderúrgico Ternium anunciou sua desistência de construção de um polo de produção de aço no porto, numa decisão aguardada pelo mercado depois que a companhia ingressou no grupo de controle da Usiminas.
A conclusão do negócio com a EIG marcou a segunda vez em que Eike Batista aceita deixar o controle de uma das empresas do grupo EBX. A primeira envolveu a MPX, de energia. (O Estado de S. Paulo)