Construído em 2013, com investimentos de R$ 140 milhões, o equipamento será utilizado pela Sapura Energy, que fechou contrato em novembro do ano passado com a Companhia Elétrica de Sergipe (Celse) para realizar o serviço.
Além de outros projetos que envolvem a conexão de terminais de GNL a termelétricas no Brasil e América Latina, a Locar está atenta a demandas da Petrobras.
A companhia já se prepara para negociar o aluguel da balsa com a McDermott, que deve fechar contrato com a petroleira para instalação do trecho ultrarraso do Rota 3. Também no radar estão demandas associadas ao campo de Mero, na área de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos, com serviços programados para ocorrer entre 2020 e 2021.
“Agora temos uma perspectiva de utilização bastante significativa da balsa”, conta o vice-presidente da empresa, Henrique Bravo, acrescentando que a embarcação também poderá participar de futuras atividades de descomissionamento.
Além da Locar Pipe, a Locar é proprietária de dez Line Handlers (LHs), cinco dos quais estão hoje afretados pela Petrobras. Uma das unidades atualmente descontratadas apoiará, como rebocador, os serviços em Sergipe.
A companhia tem ainda cábreas (balsas com guindastes) em sua frota para prestar serviços de manutenção, troca de thrusters e resgate de contêineres. “É uma atividade que está crescendo. Temos três com guindastes já montados e prontas para utilização”, assinala Bravo.