A Total registrou lucro de US$ 6,2 bilhões em 2016, alta de 22% em relação aos US$ 5,1 bilhões de 2015. As receitas anuais de 2016 foram de US$ 149,7 bilhões, queda de 9% na comparação com os US$ 165,4 bilhões do ano anterior.
A empresa acredita que alcançará um break even médio para seus projetos de US$ 40/barril em 2017, sem levar em consideração dividendos. A expectativa é que os custos de produção fiquem em US$ 5,5/barril e que cortes de custos gerem uma economia de US$ 3,5 bilhões no ano.
A petroleira produziu uma média de 2,45 mil boe/dia em 2016, alta de 4% em relação aos 2,35 mil boe/dia de 2015. Para 2017, a previsão é manter o percentual de aumento da produção.
“O grupo pretende se aproveitar do ambiente de custos favorável para lançar dez projetos até meados de 2018 e adicionar recursos atraentes ao portfólio”, explicou a companhia.
Entre as recentes aquisições de novos ativos da Total estão a compra da participação da Petrobras em áreas no pré-sal brasileiro. Os acordos, no valor de US$ 2,2 bilhões, preveem a venda de 22,5% do BM-S-11, onde estão os campos de Sururu, Berbigão e Oeste de Atapu, e 35% de Lapa, incluindo a mudança na operação, ambos na Bacia de Santos. A companhia já tinha participação na área de Libra, também no pré-sal de Santos.
Atualmente, no Brasil, a companhia francesa também tem participação em mais um bloco na Bacia de Santos, um em Barreirinhas, um no Ceará, três no Espírito Santo, quatro em Pelotas e cinco na Foz do Amazonas. Nesta última bacia, a petroleira pretende iniciar novas perfurações em 2017.