A empresa de transporte marítimo dinamarquesa Maersk está estudando aumentar o uso de etanol como combustível, o que poderia reduzir sua dependência da China e impulsionar os esforços de descarbonização do setor, informou o Financial Times no domingo, citando uma entrevista com o CEO Vincent Clerc.
Clerc observou que, embora a China domine o mercado de combustíveis como o “metanol verde”, os EUA e o Brasil são os principais produtores mundiais de etanol.
“Se todos os benefícios estiverem concentrados na China, alguns países se oporão”, disse Clerc ao Financial Times. Reuters