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Clippings - 24/05/21

Maersk não descarta novos investimentos em operação integrada no Brasil

Arquivo/Divulgação

Empresa busca se tornar uma das cinco maiores empresas de logística no país até 2025. Grupo planeja lançar em breve um novo produto de serviços integrados ao modal aéreo no Brasil.

 A Maersk busca tornar-se uma das cinco maiores empresas de logística no Brasil até 2025. O diretor comercial da Maersk para a costa leste sul-americana (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai), Douglas Piagentini, afirmou que a empresa tem oportunidade de investir e ampliar a oferta de serviços integrados com frotas de caminhões, trens, aviões, barcaças e navios. A estratégia é integrar diferentes modais de transporte, em frota própria ou de parceiros, atendendo o Brasil conectando a outros destinos no mundo através dessa malha.

“A Maersk busca possíveis oportunidades de investimento. Pautar esse crescimento inorgânico em todos ativos necessários para conectar toda essa cadeia pra atender esses clientes”, disse Piagentini, na última semana, durante a coletiva do relatório trimestral da Maersk. Desde 2010, o grupo afirma ter investido mais de US$ 7 bilhões no Brasil.

O diretor explicou que, nos últimos anos, o negócio da empresa mudou muito e que hoje a empresa está atenta à capacidade, tecnologia da informação (TI) e ativos necessários para coletar o produto, por exemplo, na fazenda, retirar com caminhão, levar para armazém secundário, fazer estufagem, colocar o contêiner no navio, fazer desembaraço aduaneiro e disponibilizar armazém no destino, entrega nos distribuidores e varejistas no destino final. “Nosso objetivo é ser um integrador logístico de contêiner, o que passa por esses possíveis armazéns e transportes, que estaremos olhando por investimentos para auxiliar os clientes nessa jornada”, afirmou.


Piagentini contou que a opção ferroviária vem crescendo no Brasil e que, além do marítimo, a empresa pode prover serviços aéreos, transporte terrestre e de distribuição. Além do marítimo, Maersk se posiciona no mercado para auxiliar clientes em armazenagem e outros modais aquaviários e terrestres. O diretor destacou que houve crescimento de 42% em todos os modais na comparação entre o primeiro trimestre deste ano e o mesmo período de 2020. Ele disse que a empresa segue a tendência de ampliar seu posicionamento como operador logístico e provedor de serviços. Ele adiantou que a empresa lançará em breve um novo produto de serviços integrados ao modal aéreo no Brasil.

Fonte: Revista Portos e Navios