A Petrobras ganhou cinco anos de extensão para avaliar a descoberta de Júpiter, no bloco exploratório BM-S-24, no cluster do pré-sal da Bacia de Santos. A área, arrematada na 3a rodada da ANP, realizada em 2001, tinha o seu prazo exploratório vencendo no último dia 28. A decisão da diretoria da agência que concedeu mais prazo para o prazo foi tomada na última semana.
A descoberta de Júpiter é uma das áreas exploratórias que da Bacia de Santos que a Petrobras colocou em seu Plano de Desinvestimento. A decisão exclui a área da acumulação de Sépia Leste, que foi declarada comercial pela Petrobras no ano passado.
Júpiter terá que passar por um processo de unitização com uma área da União. A ANP determinou que a PPSA seja comunicada formalmente da existência da jazida compartilhada.
A Petrobras é a operadora de Júpiter, com 80% de participação, e tem como sócia a Galp (20%).