A América do Sul deve receber aproximadamente 6,5 mil km de tubulações e umbilicais submarinos até 2020, o que corresponde a quase 20% de toda a demanda mundial no perãodo, estimada em 36,5 mil km. Os números são da Quest Offshore.
Principal mercado da região, o Brasil abriga mais de 70% dos navios de instalação de linhas em operação na América do Sul. Entre eles estão o Deep Constructor, Normand Seven, Top Coral do Atlântico, Top Estrela do Mar, Sapura Diamante, Sapura Onix, Sapura Topazio, Seven Condor, Seven Mar, Seven Phoenix, Seven Seas, Seven Waves, Skandi Neptune, Skandi Niterói, Skandi Vitória e Skandi Santos.
A região da África/Mediterrâneo será, no entanto, aquela que concentrará a maior demanda nos próximos cinco anos, com 11,1 mil km de tubulações e umbilicais a serem instalados. Na sequência estão as regiões do Pacífico Asiático/Oriente Médio (9,6 mil km). Projetos no Mar do Norte/Ártico e no GOM demandarão 4,9 mil km e 4,3 mil km, respectivamente.
Em 2015, a previsão é que sejam instalados pouco menos que 6 mil km de linhas em todo o mundo. Esse número cairá para cerca de 5 mil km em 2016, voltando a subir em 2017, a partir de quando seguirá em escala ascendente até 2020, quando mais de 8 mil km de linhas deverão ser instalados.
Perfuração
Segundo a Quest Offshore, as atividades de perfuração offshore apresentarão uma leve queda entre 2015 e 2016, caindo para cerca de 400 poços perfurados no ano. A partir de então, esse número crescerá anualmente, chegando a aproximadamente 550 poços em 2020.
Atualmente, estão em operação 176 sondas de águas ultraprofundas, das quais 80% estão na região conhecida como “triângulo de ouro”, que abrange o Golfo do México, Brasil e Oeste Africano. As taxas médias de utilização e diária (day rate) das unidades são de 78% e US$ 447 mil, respectivamente.