A McDermott prevê oportunidades de negócios da ordem de US$ 96 bilhões nos próximos dois anos, sendo 48% no segmento offshore, 33% em subsea e 19% na área de fabricação de equipamentos. Desse total, US$ 35 bilhões já estão em disputa via concorrências.
As Américas, Europa e África concentram a maior parte dos projetos, com US$ 18 bilhões no bid pipeline. Oriente Médio (US$ 10 bilhões) e Ásia (US$ 7 bilhões) completam a geografia dois empreendimentos em disputa.
A companhia ressalta que o Oriente Médio é uma região chave, com maior grau de certeza e retorno garantido no longo prazo. Na Ásia, destaque para projetos greenfield. De modo geral, demandas associadas a campos maduros seguirão em alta.
No Brasil, a expectativa é por projetos greenfield de longo prazo e contratos de SURF (subsea umbilicals, risers and flowlines). A empresa tem hoje no país ao menos um navio em operação, o PLSV Agile, que tem contrato até 2017 com a Petrobras.
No terceiro trimestre, a McDermott lucrou US$ 26,8 milhões, frente ao prejuízo de US$ 25,5 milhões no mesmo perãodo de 2014. A receita registrada pela companhia entre julho e setembro foi de US$ 806 milhões, volume quase duas vezes maior que o faturado no ano anterior.