Para CEO da empresa, Reese McNeel, tanto a Petrobras quanto outras operadoras no país contratarão embarcações, visto o cenário geral do setor com novos acordos e a entrada de FPSOs

UMS Safe Zephyrus (Foto: Divulgação)
A Prosafe prevê mais recontratações de embarcações pela Petrobras e empresas independentes brasileiras nos próximos meses.
“Tem demanda não só para Petrobras, mas para players independentes com trabalhos de curto prazo e talvez até de médio prazo”, disse o CEO, Reese McNeel, durante a teleconferência de resultados trimestral nesta sexta-feira (28).
Sua expectativa foi baseada nos recentes acordos da Petrobras com empresas concorrentes e no fato de que algumas unidades sairão de seus contratos em 2027 e 2028.
“Se olharmos para Prio, Modec, SBM, BW Energy, Karoon, Equinor, temos uma grande base de usuários de unidades de acomodação no Brasil que não é somente a Petrobras”
O CEO também pontuou que metade do mercado está no Brasil, mas metade está em outras localidades. Em outras regiões, McNeel observou atividades positivas e uma possível continuidade deste cenário, principalmente na África, a partir dos contratos na Nigéria, Angola e Líbia.
“O mercado tem mais profundidade do que só o Brasil, mas o país é um grande impulsionador deste mercado, quando se tem metade da frota global trabalhando lá”, explicou o CEO.
Também destacou que além de ter FPSOs entrando em operação, os operadores estão demorando para retirar FPSOs antigos, gerando mais atividades de manutenção.
Do portfólio da Prosafe, o Safe Eurus, Safe Zephyrus e Safe Notos estão afretados para a Petrobras até o 1º semestre de 2027, 3º trimestre de 2027 e 3º trimestre de 2030, respectivamente.
Fonte: Brasil Energia.