O mercado de sondas tem hoje opções bastante fáceis e competitivas para suprir à demanda da Petrobras caso as sondas da Sete Brasil atrasem ou não saiam do papel. A avaliação é da diretora de E&P da Petrobras, Solange Guedes, que participou nesta sexta-feira (15/5) de entrevista coletiva para divulgar o resultado financeiro da empresa no primeiro trimestre de 2015.
“Temos acesso a esse mesmo recurso (as sondas) no mercado internacional”, afirmou Solange Guedes.
Ontem, o plano base de reestruturação da Sete Brasil foi apresentado aos acionistas da empresa, durante Assembleia Geral Extraordinária (AGE). A ideia é reduzir o tamanho da encomenda da empresa – que hoje é de 29 sondas, sendo 28 para a Petrobras e uma no risco – para facilitar a liberação de financiamento para os projetos, hoje grande entrave para os projetos.
O board da Sete Brasil luta para tentar assegurar o menor corte na carteira. Uma fonte do grupo afirma que o projeto de construção das sondas só se viabiliza com pelo menos 13 unidades e que uma das propostas defendidas é manter a construção para depois vender alguns dos equipamentos.