O ministro-chefe da Aviação Civil, Moreira Franco, exaltou o esforço do governo federal e da iniciativa privada para elevar o patamar a qualidade dos serviços no país em discurso feito na manhí de hoje, na abertura da Semana de Infraestrutura (L.E.T.S), promovida pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Ele atribuiu o atraso nos investimentos em infraestrutura – inclusive no setor aeroportuário – à crise econômica vivida pelo Brasil nos anos 1980.
“Tivemos uma crise que desorganizou a economia brasileira a partir da década de 1980 e perdemos nossa moeda, nossa referência e tivemos, depois, mais duas décadas para nos recompor”, afirmou Moreira Franco.
Para o ministro, o imediatismo da população em relação aos avanços em infraestrutura no país, faz parecer que “nada está acontecendo”. “Quando o presidente Lula lançou esses programas voltados para investimento na infraestrutura do país (como o PAC, o Minha Casa, Minha Vida e o PIL), nos deparamos com uma engenharia debilitada, o que nos impediu de dar respostas rápidas à população”, explicou.
“Toda a sociedade precisa ter confiança e saber do esforço que está sendo feito para retomar a esperança em relação ao sistema aéreo”, completou.
Moreira Franco citou as melhorias feitas nos aeroportos concedidos à iniciativa privada e destacou o início das operações do novo Aeroporto de São Gonçalo do Amarante (RN). Ele garantiu que, com esses investimentos, o país está pronto para receber a Copa do Mundo de 2014.
“Vocês podem estar absolutamente tranquilos porque vamos, na área de infraestrutura aeroportuária, atender não só a demanda interna quanto a demanda de estrangeiros para a Copa. Até porque não teremos nos aeroportos brasileiros nesse perãodo uma movimentação maior do que tivemos nos feriados do fim do ano, por exemplo”, esclareceu.
Concessões
O ministro ainda afirmou que o desenho do novo modelo aeroportuário “já está feito”. A outorga dos processos de concessão depositada no Fundo Nacional de Aviação (FNAC) vai financiar obras de ampliação da infraestrutura dos aeroportos e melhorar a qualidade do aparato tecnológico no sentido de garantir segurança ao sistema brasileiro.
O governo deve arrecadar cerca de R$50 bilhões em outorga dos aeroportos Guarulhos, Viracopos, Brasília, Confins e Galeão. “Temos que conviver com uma questão de melhorar com a maior rapidez possível a capacidade operacional pelo Brasil”, disse Moreira Franco.
Com informações da Fiesp.
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