
No ano de 2022, a ANP aprovou 42 planos de desenvolvimento (PDs) e enviou 46 para análise, totalizando um aumento de 100% e 187,5%, respectivamente, ante 2021 (21 PDs e 16 PDs, nessa ordem), segundo dados do Painel Dinâmico de Análise de Plano de Desenvolvimento divulgado pela ANP na quarta-feira (15).
Em relação aos PDs aprovados, 20 foram planos normais (sem prorrogação contratual sobre a fase de produção e/ou redução da alíquota de royalties sobre a produção incremental), sete foram de prorrogação, dois de redução de royalties e 13 com prorrogação e redução. A maior parte dos PDs teve a deliberação para campos onshore, com 34 planos, e o offshore contou com os outros oito.
Dos planos em análise, o com maior número de envios foi o PD de prorrogação contratual e redução de royalties (22), seguido do PD normal (13) e o de prorrogação (10), enquanto o de redução obteve somente um envio. A maior parte também foi de campos onshore (36), com o offshore ficando com o restante (10). No total, contabilizando de 2018 a 2022, 70 PDs estão sob análise da ANP.
A Petrobras e a PetroReconcavo são as operadoras com o maior número de PDs aprovados, com 10 cada uma – cinco na Bacia de Campos, duas nas bacias do Recôncavo e Solimões e uma na Bacia de Santos para a primeira, enquanto são nove na Bacia Potiguar e uma em Recôncavo para a segunda. A Imetame segue em segundo com quatro – duas no na Bacia do Espírito Santo e uma no Recôncavo e em Potiguar -, enquanto a Eneva vem em terceiro com três, todas na Bacia do Parnaíba.
De todas as bacias, a de Potiguar é a que possui mais aprovação dos PDs, totalizando 14, e logo atrás vem Recôncavo e Campos com seis e cinco, respectivamente, Espírito Santo com cinco, Santos e Parnaíba com três cada, Solimões com 2 e as bacias de Alagoas, Barreirinhas, Paraná, Parnamirim e Sergipe detém uma cada.
A PetroReconcavo lidera o ranking de PDs em análise, com 23 – 16 Bacia do Recôncavo e sete na Bacia Potiguar. Em segundo lugar, vem a Petrobras com 13 – as bacias de Santos e Sergipe possuem cinco planos cada, enquanto as bacias de Campos, Recôncavo e Camamu detém um cada. Já a Origem Energia e a Secreast Petróleo possuem sete (três em Alagoas e quatro em Tucano Sul) e seis (cinco no Espírito Santo e um no Recôncavo), respectivamente.
Fonte: Revista Brasil Energia