O governo federal está avaliando o destino que dará para 30 trechos ferroviários que estão desativados ou subutilizados e devem ser devolvidos pelas concessionárias brasileiras. Alguns trechos serão revitalizados e incorporados ao Programa de Investimentos em Logística (PIL) e outros poderão deixar de existir, caso não haja interesse de prefeituras em transformá-los em trens turísticos.
Os possíveis trechos que podem deixar de existir estão há mais de 10 anos sem operação e não possuem viabilidade econômica para o transporte de carga e passageiros. Segundo fontes da ANTT tem trechos que não tem viabilidade nenhuma e não há motivos para mantê-los. Os trechos que estão desativados ou subutilizados devem ser incluídos no Programa Nacional de Desestatização (PND) para depois serem concedidos à iniciativa privada.
Na segunda-feira (05/08), foi publicado no Diário Oficial da União uma resolução onde o presidente do Conselho Nacional de Desestatização (CND), Ricardo Schaefer, propoe a edição de Decreto, que inclui no Programa Nacional de Desestatização (PND) trechos de ferrovias federais. Os trechos listados são Maracaju – Cascavel; Cascavel – Guarapuava; Guarapuava – Curitiba; Lucas do Rio Verde – Uruaçu; Estrela D’Oeste – Panorama; Panorama – Maracaju; Maracaju – Dourados; Belo Horizonte – Iaçu; Iaçu – Salvador; Nova Iguaçu – São Bento; São Bento – Visconde de Itaboraí; Visconde de Itaboraí – Vitória; Uruaçu – Muriaé; Niterói – Campos dos Goytacazes; Sorocaba – Curitiba; Curitiba – Engenheiro Bley; Engenheiro Bley – Esteio; Esteio – Pelotas; Pelotas – Rio Grande; Feira de Santana – Engenheiro Araujo Lima; Engenheiro Araujo Lima – Camaçari; Camaçari – Cabo; Cabo – Suape; Lapa – Curitiba; Curitiba – Paranaguá; Região Metropolitana de São Paulo; Alagoinhas – Campo Formoso; Campo Formoso – Parnamirim.