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Clippings - 06/10/23

Novo plano estratégico da Petrobras repetirá US$ 3 bilhões para Margem Equatorial

Foto: Petrobras

A Petrobras vai manter em seu novo plano estratégico, que será divulgado em novembro, o investimento na exploração da Margem Equatorial, da Bacia Potiguar à Foz do Amazonas, nos mesmos moldes do que estava previsto no plano vigente até agora. Serão perfurados 16 poços e, para isso, gastos US$ 3 bilhões.

“A campanha exploratória da Margem Equatorial continua. Não há porque alterar, porque não recebemos uma negativa peremptória (do Ibama para perfurar na Foz do Amazonas). Não terminamos o processo da margem equatorial, incluindo essa questão do Amapá em águas profundas”, afirmou o presidente da estatal, Jean Paul Prates, após evento de comemoração de 70 anos da Petrobras, no Centro de Pesquisa da companhia (Cenpes).

Prates destacou que a empresa “ganhou” de quatro a seis meses para transportar a sonda que deve ser utilizada na perfuração da Foz do Amazonas. A embarcação está no Rio de Janeiro para passar por um processo de inspeção e limpeza do casco antes de ser encaminhada ao campo de Pitu, no Rio Grande do Norte, onde será usada na perfuração do poço Pitu Oeste, trabalho que deve durar até o início do ano que vem.

Segundo o presidente da estatal, as conversas com o Ibama vão continuar e até se intensificar para que a Foz do Amazonas seja o próximo destino da sonda. Caso o licenciamento não saia a tempo, o equipamento será direcionado, após Pitu, ao campo de Anhangá, no Rio Grande do Norte.

“Tudo vai depender do Ibama, que, nesse momento, vai dar o ritmo e a fila do atendimento das licenças”, disse Prates, complementando que a sonda poderá ser encaminhada para a Foz do Amazonas ainda no processo de licenciamento, antes mesmo de iniciar a operação, para que seja usada na avaliação pré-operacional, um simulado de emergência.

O presidente da Petrobras disse que “faz parte das vicissitudes” de uma companhia petrolífera enfrentar um processo de licenciamento. “Não faz sentido ficar pressionando o Ibama. Eles estão fazendo o que devem fazer”, destacou Prates, complementando que a estatal vai “continuar perseguindo essa licença. “Vamos atender todas as exigências necessárias e vamos concluir, com o licenciamento, uma perfuração bem sucedida”, complementou.

Fonte: Revista Brasil Energia