O PLSV Skandi Búzios, do Dofcon (consórcio entre a TechnipFMC e a DOF) começou a operar para a Petrobras na últimas quinta-feira (13/4) para a Petrobras. Com capacidade de lançamento de linhas da ordem de 650 t, a embarcação foi afretada pela petroleira por oito anos.
O Skandi Búzios é uma embarcação irmí do Skandi Açu, que presta serviços para a Petrobras desde agosto do ano passado. As embarcações estão entre as últimas do programa de newbuilds do Dofcon, que tem ainda dois PLSVs em construção – os Skandi Olinda e Recife – no Estaleiro Vard Promar, em Pernambuco.
O consórcio é dono de dois outros PSLVs, ambos de bandeira brasileira: o Skandi Vitória, em contrato até 2018 com a Petrobras, e o Skandi Niterói, cujo contrato com a estatal terminou em fevereiro, e que trava uma disputa com o Seven Phoenix, da Subsea 7, para permanecer na frota da petroleira.
A Petrobras tem atualmente 21 PLSVs contratados, incluindo o Seven Waves, que está em manutenção na Holanda, e as duas embarcações em construção no Brasil.
Afretamentos no biênio
Levantamento feito pela Brasil Energia Petróleo a partir de dados públicos da Petrobras indica que há cerca de 30 contratos de afretamento com previsão de início entre este ano e 2018. Desse total, 25 são de barcos de apoio – metade dos quais PSVs –; cinco de sondas da Sete Brasil; e dois de helicópteros.
Os contratos das sondas da Sete – que, apesar dos trabalhos de construção paralisados, constam como “ativos” na base de contratos da Petrobras – somam US$ 7 bilhões. De acordo com o último relatório de avanço físico das obras das sondas da Sete Brasil, os trabalhos das sondas Leblon, Ipanema e Pituba têm entre 13% e 28% de avanço físico. Já as sondas Leme e Boipeba não constam do relatório.
Os contratos de afretamento de barcos de apoio, por sua vez, somam aproximadamente US$ 2 bilhões, e os de helicópteros, US$ 13 milhões.
A pesquisa não considerou os contratos de serviços de operação associados aos equipamentos afretados.