Fabricante de umbilicais acredita que planta brasileira seguirá ocupada por projetos locais e internacionais
Apesar dos movimentos da Petrobras que apontam para a utilização de umbilicais de aço (STU, na sigla em inglês) em seus próximos projetos do pré-sal, a Oceaneering ainda vê potencial de mercado para linhas termoplásticas no país.
“O Brasil é nosso centro de excelência para produção de mangueiras e umbilicais termoplásticos, e há muito trabalho sendo feito por lá. Ainda enxergamos demanda”, declarou o CFO da companhia, Alan R. Curtis, durante conferência com analistas.
O executivo lembrou que a fábrica em Niterói (RJ) produzirá umbilicais associados a um contrato de sistemas de drill pipe risers (DPR) assinado este ano com a Petrobras e acrescentou que a unidade eventualmente fornecerá equipamentos para empreendimentos no exterior.
A Oceaneering registrou prejuízo de US$ 66 milhões no terceiro trimestre, ante perda de US$ 1,8 milhão no mesmo período do ano passado. A empresa faturou US$ 520 milhões entre julho e setembro, alta de 10% na comparação anual.
Fonte: Revista Brasil Energia