O valor que arrematou Galeão foi maior do que a oferta vencedora do leilão do aeroporto de Guarulhos, concedido em fevereiro do ano passado por R$ 16,2 bilhões. A Odebrecht fez a oferta ainda na primeira fase do leilão.
O consórcio formado pela Carioca e pela GP e o grupo liderado pela Ecorodovias ofereceram os segundo e terceiro maiores lances, de R$ 14,5 bilhões e R$ 13,113 bilhões, respectivamente, e se qualificaram para a disputa no viva-voz. Entretanto, ambos os consórcios não quiseram cobrir a oferta da Odebrecht, que foi declarada a futura concessionária do Galeão no fim desta manhí.
O consórcio liderado pela CCR também fez oferta, de R$ 10,35 bilhões, por Galeão. O lance mais baixo foi realizado pela Queiroz Galvão, de R$ 6,566 bilhões. As duas empresas ficaram de fora da disputa a viva-voz.
Os dois consórcios também fizeram ofertas por Confins e disputaram a concessão no viva-voz. CCR e Queiroz Galvão ofereceram três lances cada uma, com cada oferta cobrindo a própria anterior em R$ 100 milhões. Após cerca de 30 minutos, a CCR foi vencedora com a proposta de R$ 1,82 bilhão, ágio de 66% sobre o lance mínimo.