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Clippings - 25/03/15

OGPar estuda farm-out na margem equatorial

A OGPar está avaliando operações de farm-out ou farm-down nos blocos exploratórios arrematados pela empresa na 11a rodada de licitações da ANP, realizada em maio de 2011. A empresa possui participação nos blocos exploratórios POT-M-475 (65%) e POT-M-762 (50%), na Bacia Potiguar, e CE-M-603 (50%) e CE-M-661 (30%), na Bacia do Ceará.

A medida faz parte de uma estratégia montada pela empresa para suportar a queda nos preços do petróleo e reduzir sua exposição ao risco nos projetos. “Com isso busca-se diminuir o Capex e as despesas de exploração previstos já a partir do segundo semestre de 2016, quando espera-se maiores gastos com a perfuração de dois poços previstos no Programa Exploratório Mínimo”, afirmou a empresa na divulgação de seu balanço financeiro. No último ano, o montante total realizado para os respectivos operadores nos blocos é de R$ 16,5 milhões.

A OGPar registrou lucro líquido de R$ 9,357 bilhões no terceiro trimestre, ante prejuízo de R$ 2,125 bilhões de reais em igual perãodo do ano anterior. Segunda a companhia, o resultado foi impulsionado pelo efeito contábil da extinção de dívidas após medidas no âmbito de seu processo de recuperação judicial.

O Ebitda ficou negativo em R$ 1,858 milhão entre julho e setembro, ante resultado negativo de 8,927 milhões um ano antes. A empresa ainda disse que a eliminação de uma dívida de US$ 5,7 bilhões do seu balanço viabiliza a manutenção de suas atividades e de suas subsidiárias e permite o desenvolvimento de suas operações, atualmente focadas na produção dos campos de Tubarão Martelo e Tubarão Azul.

“2014 foi um ano difícil para o nosso setor e um ano tanto de sucessos como de desafios para a OGpar, refletidos nos resultados financeiros e operacionais do quarto trimestre e no resultado anual”, afirmou o presidente da empresa, Paulo Narcélio, em mensagem aos acionistas.