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Clippings - 21/06/17

Oil States perto de novo contrato com a Petrobras

A Oil States apresentou o menor preço em uma licitação da Petrobras para serviços de intervenção, armazenagem, preservação e manutenção de risers dual bore. Com escopo voltado para projetos onshore, o contrato terá duração de três anos, com possibilidade de renovação por dois anos.

O novo acordo visa repor um contrato entre a Petrobras e a Weatherford, que apresentou o segundo menor preço na licitação. Também participaram da concorrência a Aker Solutions e a Alphatec.

A Oil States tem uma participação relativamente tímida nos negócios da Petrobras, tendo atualmente apenas um contrato ativo com a petroleira. No valor de R$ 137 mil, o escopo prevê a prestação de serviços de recuperação de cilindros entre abril e outubro deste ano.

A companhia norte-americana também aparece no objeto de um contrato da petroleira (Holding) com a Petrobras America para reparo de válvulas multivias. Com início em março e término em agosto de 2017, o contrato tem o valor de US$ 15,5 mil.

Em termos de contratos já concluídos, o histórico se resume ao fornecimento de sobressalentes e à inspeção de equipamentos submarinos, como o flex joint (junta flexível) do BOP da plataforma P-23 entre 2013 e o início deste ano. São contratos pouco vultosos, variando entre US$ 2 mil e US$ 106 mil.

Um dos principais contratos da Oil States no Brasil foi fechado em 2011 com a Subsea 7. O acordo envolveu o fornecimento de 27 flex joints para as terminações do riser em catenária (SCR, na sigla em inglês) para os campos de Sapinhoá e Lula, no pré-sal da Bacia de Santos.

“Esta encomenda representa parte de um dos maiores contratos de EPIC (Engenharia, Suprimentos, Instalação e Construção) de SURF (umbilicais, risers e flowlies submarinos) contratados até hoje no Brasil e é um dos maiores contratos do mundo para terminações de SCR já assinados”, declarou a empresa à época.

Os equipamentos seriam, de acordo com o comunicado publicado em junho de 2011, produzidos nas instalações da Oil States no Texas e Louisiana, nos EUA, e em Singapura e Macaé (RJ), com previsão de início de entrega em 2012.

No primeiro trimestre de 2017, a Oil States faturou US$ 73,2 milhões, queda de 30% em relação ao mesmo perãodo do ano passado, quando registrou receita de US$ 103 milhões. Na mesma base de comparação, a empresa amplicou o prejuízo, fechando o trimestre com perdas de US$ 17,7 milhões, ante US$ 13,2 milhões em 2016.

DPR

Fornecedores estão na expectativa pelo lançamento de uma concorrência para contratação de drill pipe risers (DPR) pela Petrobras ainda este ano. Também em reposição a um contrato da Weatherford, o novo escopo pode exigir a substituição de equipamentos de pós-sal por tecnologia específica para o pré-sal.