O projeto envolve um contrato integrado de EPCI com a empresa norueguesa OKEA para o projeto Bestla, no Mar do Norte, a fim de acelerar a entrega do tieback submarino

A joint venture OneSubsea e Subsea 7 assinou um contrato integrado de engenharia, aquisição, construção e instalação (EPCI) com a OKEA para desenvolver o projeto Bestla (conhecido antes como Brasse), no Mar do Norte, divulgou a SLB na terça-feira (7), por comunicado.
Tal contrato fará com que a parceria acelere a entrega de tieback submarino a plataformas antigas, a fim de um desenvolvimento lucrativo e sustentável de campos marginais. O projeto de dois poços, com um tieback de 13 km para a Plataforma Brage, é o mais recente a ser assinado sob o acordo-quadro assinado com a OKEA em 2017.
Além disso, o projeto promove a parceria da OneSubsea e Subsea7 sob a Subsea Integration Alliance (SIA). No caso, a SIA foi incorporada à JV, abrindo caminho para que esta empresa atue como integradora de projetos no modelo EPCi.
A OneSubsea entregará o sistema de produção submarina que incluirá duas árvores submarinas, um modelo de dois slots, um umbilical e um sistema de controle. A Subsea7 instalará o sistema de produção submarino, bem como projetará e instalará os sistemas de linha de fluxo, carretéis e medidas de proteção, incluindo a instalação em rochas.
“Nossa parceria contínua nos permitiu trabalhar juntos para simplificar o layout do campo e garantir itens de longo prazo e capacidade de embarcação, o que colocará os novos poços on-line de forma rápida e eficiente”, disse o CEO da OneSubsea, Mads Hjelmeland, em comunicado.
O campo de Bestla foi descoberto em 2016, mas o projeto proposto representa o primeiro plano de desenvolvimento de campo comercialmente viável apresentado para o desenvolvimento da Brasse. A estimativa é que o campo contenha 24 milhões de barris de óleo equivalente, dos quais dois terços são de petróleo e o terço restante é de gás e líquidos de gás natural. O primeiro óleo está previsto para o 4º trimestre de 2026.
A OneSubsea teve a conclusão de sua criação em outubro de 2023, e consiste na integração dos negócios subsea da SLB (70%) e Aker Solutions (20%), e inclui ainda a Subsea 7 (10%) como equity partner.
Fonte: Revista Brasil Energia