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Clippings - 30/05/17

Operação de contêineres aumenta 17,8%

Em abril, a movimentação de contêineres no Porto de Santos somou 306.517 TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), O volume é 17,8% superior ao verificado no quarto mês do ano passado, quando 260*160 TEU foram movimentados.

Já no acumulado do ano, o crescimento foi de 6%, atingindo a marca de 1,1 milhão de TEU. No primeiro quadrimestre do ano passado, a soma foi de 1 milhão de TEU*

O fluxo de navios registrou aumento no mês e queda no resultado acumulado. Foram 381 atracações em abril de 2016 contra 400 neste ano. No acumulado, 2017 registrou, até abril, 1.563 atracações, contra 1.594 no ano passado.

De acordo com os dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), o Porto de Santos comercializou US$ 31,7 bilhões nos quatro primeiros meses deste ano. O número representa 27,6% do total de US$ 114,9 bilhões do comércio exterior do País no perãodo.

Nas exportações, a soma das transações comerciais com origem no Porto de Santos foi de US$ 18,4 bilhões no primeiro quadrimestre. O valor corresponde a 27% do total do País, que foi US$ 68,1 bilhões.

A China continua como principal compradora dos produtos que partem do cais santista, com a participação de 20,4% no perãodo, cerca de USS 3,7 bilhões. Estados Unidos seguem na segunda posição com 11,4% de participação, cerca de USS 2 bilhões.

Em seguida, a Argentina responde por 7,4% das exportações do Porto, US$ 1,3 bilhão. Holanda, México e Bélgica são responsáveis por 2,9%, 2,8% e 2,5% das trocas comerciais, respectivamente.

Nas importações, o resultado do Porto entre janeiro e abril é de USS 13,4 bilhões, correspondente a 28,6% do total brasileiro, que é de US$ 46,8 bilhões. A participação da China é de US$ 2,9 bilhões, 21,8% no total do porto.

Em segundo, estão os Estados Unidos, com US$ 2,17 bilhões e participação de 16,3%. Completam os dez maiores parceiros comerciais na importação: Alemanha, 8,7% e USS 1,1 bilhão, Coreia do Sul (4,8%), Japão (4,6%), França (3,7%), índia (2,9%), Itália (2,9%), México (2,7%) e Argentina (2,5%).