Gerente do projeto ressalta recorde e dispositivo de segurança da plataforma. Os recordes, o pioneirismo e os sistemas de segurança na exploração e produção de petróleo da Petrobras nos campos de Cascade e Chinook – porção americana do Golfo do México – foram destaques no primeiro dia Offshore Technology Conference (OTC), em Houston, nos Estados Unidos.
Leia tambem: Petrobras vai revisar carteira de clientes visando potencial de gás de xisto
Na sessão técnica, o gerente do projeto de Cascade e Chinook da divisão Petrobras América, Cesar Palagi, abordou os recordes do projeto que instalou o primeiro FPSO (navio-plataforma flutuante de produção, com capacidade de estocagem e escoamento) na porção estadunidense do Golfo do México, o FPSO BW Pioneer, unidade de produção em maior profundidade do mundo (2.500 metros). Além disso, Palagi destacou os dispositivos de segurança da plataforma, como o sistema de ancoragem desconectável. No caso de um furacão, por exemplo, o navio-plataforma pode ser desconectado, disse Palagi.
Cascade e Chinook estão localizados na fronteira exploratória do Golfo do México, a 8 mil metros de profundidade. A Petrobrás detém 100% do campo de Cascade – cuja produção foi iniciada em fevereiro de 2012 – e 66,67% do campo de Chinook, que iniciou sua produção em setembro (a empresa Total detém os demais 33,33%). A atuação na região consolidou a presença da estatal brasileira como um dos maiores players nas águas ultraprofundas na porção norte-americana do Golfo do México.
Também participaram da conferência os executivos Sergio Porciúncula, Flávio de Moraes, Jeremiah Daniel, Dalmo Barros e Mauro Becker, representantes da Petrobras America. A OTC em Houston termina na próxima quinta-feira (09).