A Maersk tem informado que pode melhorar os serviços e reduzir os custos e as emissões de CO2 de forma independente após a sua aliança da Rede P3 junto a MSC e a CMA CGM ser bloqueada pelos reguladores chineses.
A maior linha de contêineres do mundo admitiu que estava “desapontada” com a decisão do Ministério do Comércio da China em não aprovar a rede de compartilhamento, mas disse que os parceiros respeitariam a decisão.
Posteriormente, os mesmos decidiram parar o trabalho preparatório sobre a Rede P3 que segundo a companhia, não vai mais acontecer como estava previsto inicialmente.
Vincent Clerc, Diretor Comercial e Marketing Officer para a Maersk Line, disse que a companhia vem trabalhando duro para resolver as questões e preocupações chinesas e que obviamente é uma decepção. Ainda segundo ele, o P3 teria fornecido a Maersk Line, uma rede mais eficiente e aos clientes um produto melhor.
Para o CEO do grupo, Nils Andersen, a decisão vem como uma surpresa mas salienta que está bastante confiante que a Maersk Line irá realizar essas melhorias de qualquer maneira.
Para a Maersk, a falta de implementação da Rede P3 não terá nenhum impacto material sobre o resultado esperado pelo grupo para 2014. A rede foi programada para iniciar suas operações no segundo semestre desse ano.