A Pemex cancelou a extensão de dois anos do contrato de afretamento da semissubmersível West Pegasus com a Seadrill. A unidade estava contratada pela estatal mexicana desde 2011, por cinco anos mais uma extensão que levaria o afretamento até 2018. A petroleira, por ua vez, optou por encerrar no prazo oginal, que venceu este mês.
A Seadrill informou que irá questionar legalmente o término do contrato. No ano passado, as companhias haviam assinado um acordo provisório para a extensão do afretamento da unidade por dois anos, em troca de uma redução na taxa diária da unidade, que caiu de US$ 467,5 mil para US$ 365 mil.
Como parte da extensão do contrato, a Seadrill também fechou um acordo com a Seamex, uma joint venture da operadora de sondas com a Fintech, para a redução da taxa diária de cinco jackups, o que seria válido apenas no caso da confirmação do prolongamento do afretamento da West Pegasus.
Como a extensão não se concretizou, a Seadrill e a Seamex agora querem recuperar os valores reduzidos das taxas diárias, além do preço da desmobilização da West Pegasus e reembolsos relacionados ao contrato provisório.
Ao final do primeiro trimestre de 2016, a Seadrill tinha em operação 43 sondas em operação e outras 11 em hibernação. No Brasil, a companhia opera a Sevan Brasil, a West Tellus e a West Carina, todas afretadas pela Petrobras.