A SBM arrematou dois novos contratos de afretamento de FPSOs com a Petrobras. Capacitadas para produzir 150 mil b/d, as duas unidades serão destinadas ao cluster de Santos, possivelmente às áreas de Lula Alto e Lula Central, e deverão estar disponíveis em 2016.
Apesar de a Petrobras não revelar qualquer informação sobre o processo, a contratação às pressas visa, aparentemente, assegurar alternativas ao atraso dos FPSOs replicantes contratados junto à Engevix, no Rio Grande. Conduzido no maior sigilo, o afretamento das novas unidades foi acertado a toque de caixa, numa operação iniciada em dezembro e concluída em fevereiro.
A Petrobras convidou apenas a SBM e a Modec, que não atendeu as especificações exigidas no escopo do negócio. O preço apresentado pela SBM para cada unidade ficou em US$ 620 mil.
Batizados internamente de Alfa e Beta, os FPSOs serão afretados pelo prazo de 20 anos. O conteúdo nacional da obra de conversão será de 65% e a etapa de integração dos módulos será feita no estaleiro Mauá.