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Clippings - 04/12/20

Petrobras divulga cronograma de descomissionamentos

O FPSO P-35 é um dos nove que serão retirados dos campos de Marlim e Voador, na Bacia de Campos

A Petrobras alterou a distribuição das 18 plataformas que pretende descomissionar até 2025. O plano de negócios 2020-24 da estatal previa a retirada dos FPSOs P-33, P-26, P-32 e P-37, que operam no campo de Marlim, na Bacia de Campos, em 2021. No entanto, em apresentação durante a Rio Oil & Gas na quinta-feira (3/12), o gerente geral de Descomissionamento da Petrobras, Eduardo Hebert Zacaron Gomes, informou que as plataformas P-32 e P-33 serão removidas no próximo ano, enquanto a P-26 e P-37 ficarão para 2022.

Essas não foram as únicas mudanças. O descomissionamento da P-20, que também opera em Marlim, foi antecipado para 2023, ante o plano anterior de removê-la em 2024. Há ainda a inclusão da P-47, que não aparecia no plano e será retirada em 2024, junto à P-18, P-19 e P-35. No lugar dessas unidades, a companhia colocará dois novos FPSOs para revitalizar Marlim: o Anita Garibaldi, fretado pela Modec, e o Anna Nery (Yinson).

Em 2021, serão descomissionadas as plataformas fixas de Cação (PCA-1, 2 e 3), o FPSO de Piranema – antes previsto para este ano –, Bicudo (P-07) e Piraúna (P-15). No ano seguinte, além das plataformas de Marlim, a Petrobras pretende remover o FPSO Capixaba, instalado no Parque das Baleias. As plataformas fixas de Biquara (PBIQ-01) e Agulha (PAG-03) ficaram para 2025.

Neste período, a estatal movimentará US$ 4,6 bilhões em descomissionamentos – 56% do montante na Bacia de Campos.

Zacaron apresentou, durante a mesa na Rio Oil & Gas, o estudo de caso de descomissionamento da P-12, no campo de Linguado, que deve ser concluído neste ano.

Moderado pelo gerente sênior de projetos de E&P da Shell Brasil, George Oliva, o painel “O potencial da indústria de descomissionamento no Brasil e no mundo” contou ainda com o diretor de projetos da Repsol, Álvaro Luis Ranero Celius, e o gerente de exploração da BP Exploration, Gordon Carlile.

Fonte: Revista Brasil Energia