
A Subsea 7 assinou um contrato, de mais de US$ 750 milhões, com a Petrobras para o desenvolvimento de Mero 4, localizado no pré-sal da Bacia de Santos. O contrato abrange a engenharia, aquisição, fabricação, instalação e pré-comissionamento de 76 km de risers rígidos e flowlines.
Com início imediato, o gerenciamento de projetos e a engenharia serão conduzidos nos escritórios da Subsea 7 no Rio de Janeiro e em Paris. Já a fabricação dos dutos ocorrerá na base de bobinas da companhia em Ubu (ES), enquanto as operações offshore possuem a previsão de início entre 2025 e 2026.
O quarto módulo de Mero será explotado pelo FPSO Alexandre de Gusmão, que está sendo construído pela SBM Offshore. Com capacidade para produzir 180 mil bpd e comprimir 12 milhões de m³/d de gás, o FPSO ficará interligado a 15 poços, sendo oito produtores de óleo, seis injetores de água e gás e um poço conversível de produtor para injetor de gás. A previsão do primeiro óleo é para 2025.
A Petrobras é a operadora (38,6%) do campo de Mero, em parceria com a Shell (19,3%), TotalEnergies (19,3%), CNPC (9,65%), CNOOC (9,65%) e Pré-Sal Petróleo SA (PPSA) (3,5%). O ativo possui outros três módulos: Mero 1, que entrou em operação em abril de 2022, com o FPSO Guanabara; Mero 2, que está previsto para iniciar ainda este ano, pelo FPSO Sepetiba; e Mero 3, com começo esperado para 2024, por meio do FPSO Duque de Caxias.
A Subsea 7 também é responsável pela execução dos contratos de SURF de Mero 3 e Búzios 8.
Fonte: Revista Brasil Energia