A ANP aprovou o plano de desenvolvimento dos campos de Bonito e Enchova, na Bacia de Campos. O plano de Bonito prevê que a Petrobras apresente estudos de viabilidade para retomar a exploração na parte sul do campo até o final do ano. Além disso, a companhia também deverá reiniciar a produção do poço 7-BO- 20HP-RJS até janeiro de 2018.
Já em Enchova, a Petrobras terá que apresentar uma análise para a viabilidade de uma nova aquisição sísmica na região central e norte do campo até dezembro de 2017. O objetivo é identificar possíveis novas oportunidades de perfuração.
A petroleira também terá que reapresentar anualmente à agência um estudo para a perfuração de um poço adicional no reservatório Quissamí e reportar mensalmente a capacidade de compressão de gás natural da Plataforma Central de Enchova (PCE-1). A ANP exigiu ainda que a Petrobras inicie até outubro deste ano a operação da nova Unidade de Recuperação de Vapor do campo.
A produção dos poços de Bonito e Enchova é feita por meio da PCE-1, enquanto o tratamento do óleo e da água dos campos é realizado pela P-65. Parte da produção da Bonito também é feita pela P-15. Esses são os primeiros planos de desenvolvimento das áreas, que foram declaradas comerciais antes da Lei do Petróleo e produzem desde a década de 1970.
Em março – dados mais recentes disponibilizados pela ANP – Bonito produziu uma média de 6,5 mil barris/dia de óleo e 502,8 mil m³/dia de gás, enquanto Enchova produziu 2,5 mil barris/dia de óleo e 16,4 mil m³/dia de gás.
A Petrobras opera ambas as áreas com 100% da concessão.