A Petrobras esclareceu que o objetivo do fraturamento é acessar recursos convencionais. A técnica é usada na estimulação de poços para elevar a produtividade e melhorar a recuperação, mas tem gerado polêmica devido à possibilidade de uso para produção não convencional.
“Este projeto é convencional, assim como toda a carteira de projetos exploratórios da Petrobras no Brasil”, explicou a companhia.
O poço 1-BRSA-1300D-BA foi perfurado em 2015 e encontrou indícios de petróleo. Em 2017, a companhia perfurou mais dois poços no REC-T-70, que encontraram indícios de petróleo e gás.
O bloco foi arrematado pela Petrobras na 12ª rodada, em 2013, e é vizinho aos campos de Guriatã e Guriatã Sul, declarados comerciais em 2016 e 2017 a partir do bloco REC-T-80, também arrematado na R12.
Com a prorrogação, o final da segunda fase exploratória do REC-T-70 passa de maio de 2019 para julho de 2020. A área é operada pela Petrobras com 100% da concessão.
Fonte: Revista Brasil Energia