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Clippings - 24/10/16

Petrobras ganha mais dois anos para avaliar Pitu e Tango

A ANP aprovou a extensão do prazo de avaliação das descobertas de Pitu e Tango, na Bacia Potiguar, de março de 2019 para agosto de 2021. Os prospectos estão localizados na concessão BM-POT-17, operado pela Petrobras.

A petroleira terá agora até 2019 para decidir se perfura um poço de exploração em Tango. O poço exploratório contingente de Pitu também ganhou mais prazo, tendo seu ponto de decisão postergado para agosto de 2019.

A descoberta de Pitu, a primeira em águas profundas na Bacia Potiguar, foi feita em dezembro de 2013. O PAD começou a vigorar em outubro de 2014, e a primeira perfuração firme do plano, feita em 2015, indicou indícios de petróleo. O plano abrange os blocos POT-M-853 e o POT-M-855, operados pela Petrobras com 40% da concessão, em parceria com a Petrogal (20%) e a BP (40%).

Já Tango, no POT-M-665, está em avaliação desde julho de 2015. O bloco é operado pela Petrobras (80%), em parceria com a Petrogal (20%). Tango e Pitu fazem parte da concessão BM-POT-17.

Ao todo, a Petrobras mapeou sete prospectos nas áreas do BM-POT-16 e do BM-POT-17: Araraúna, Jandaia, Louro, Pitu, Tango, Umbu e Xaxado.