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Clippings - 29/07/19

Petrobras lança EPCI de Búzios 5

A Petrobras lançou a licitação para contratar os serviços de projeto de engenharia, fornecimento de bens, instalação e interligação submarina dos dutos rígidos da primeira onda do campo de Búzios 5, no pré-sal da Bacia de Santos.

A implementação do projeto compreende a conexão ao futuro FPSO de cinco poços produtores, cinco injetores e um gasoduto de exportação interligado ao gasoduto Rota 3, cuja instalação está em fase final.

Para o sistema de produção e injeção WAG ( água alternando com gás) serão utilizados dutos rígidos e, para as linhas serviços, injeção de água e controle dos poços, tubos flexíveis e umbilicais eletro-hidráulicos.

A configuração dos risers será do tipo SLWR (Steel Lazy-Wave Risers) com flowlines associado. Nas interligações com o FPSO e árvores de natal molhadas (ANMs), serão utilizadas juntas flexíveis (flexible joint) e jumpers rígidos, respectivamente.

O projeto básico foi desenvolvido pela Petrobras. No edital da concorrência, a estatal destaca que o projeto de engenharia “dispõe de flexibilidade (…) de tal modo que o Subsea Leiaute (…) poderá ser revisado ao longo do desenvolvimento do projeto”.

O prazo do contrato será de 1.620 dias (cerca de quatro anos e meio).

Detalhes do empreendimento

O sistema definitivo de produção do Módulo 5 do campo de Búzios está localizado em águas

ultraprofundas da Bacia de Santos, em lâmina d’água variando entre 1,537 mil m e 2,190 mil m. O projeto prevê a interligação ao FPSO de 15 poços (oito produtores e sete injetores), divididos em duas fases.

O direito de exploração do ativo (ex-Franco), foi adquirido pela Petrobras sob forma de cessão onerosa com projeto de Instalações de produção especificado para vida operacional de 25 anos, com primeiro óleo previsto para ocorrer em setembro de 2022.

O FPSO utilizado, recentemente afretado à Modec, terá planta de processamento de gás especificada para separar e reinjetar o CO2 no reservatório. A reinjeção poderá ser feita com o gás associado do reservatório, em alternância de fluidos (WAG).

Fonte: Revista Brasil Energia

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