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Clippings - 30/03/22

Petrobras mais próxima da licença da Foz do Amazonas

O Ibama autorizou a captura, coleta e transporte de material biológico do FZA-M-59, etapa que precede a realização dos estudos para as atividades de perfuração na área

Sonda de perfuração
Sonda de perfuração

O Ibama autorizou, na segunda-feira (28/3), a captura, coleta e transporte de material biológico no bloco FZA-M-59, operado pela Petrobras na Bacia da Foz do Amazonas. A autorização faz parte do processo de licenciamento ambiental para as atividades de perfuração no bloco, uma vez que a coleta de materiais é usada para a realização de estudos ambientais.

Conforme publicado pelo PetróleoHoje, o Ibama determinou a realização de um simulado pré-operacional para as atividades de perfuração da Petrobras na Margem Equatorial. Essa simulação deverá ser feita no segundo semestre deste ano, com a expectativa de iniciar a perfuração de um primeiro poço tão logo a licença ambiental seja liberada.

O FZA-M-59 é operado pela estatal com 100% de participação, assim como os blocos FZA-M-57, 86, 88, 125 e 127, próximos a ele. As participações nessas áreas foram compradas da BP e da Total, uma vez que as IOCs enfrentaram dificuldades para obter o licenciamento ambiental nesses blocos – situação na qual a Petrobras poderá ter mais êxito.

A Petrobras conseguiu, recentemente, a prorrogação do primeiro e do segundo período exploratório do FZA-M-59, por meio da Resolução ANP nº 815/2020. O primeiro período, que vencia no dia 31 de maio de 2022, foi adiado para 28 de fevereiro de 2023, enquanto o segundo período, que vencia no dia 31 de maio de 2025, foi adiado para 28 de fevereiro de 2026.

Já os outros cinco blocos possuem o mesmo vencimento do primeiro e do segundo período exploratório: 17 de julho de 2022 e 17 de julho de 2025, respectivamente. Ao todo, a petroleira opera 17 blocos na Margem Equatorial – região onde planeja perfurar até 17 poços exploratórios – sendo seis na Foz do Amazonas, cinco em Potiguar, três em Barreirinhas e três no Pará-Maranhão.

Fonte: Brasil Energia