Com capacidade para produzir 150 mil b/d de óleo e comprimir 7 milhões de m3/d de gás, a P-74 chegou ao EBR no final de julho do ano passado. O casco da unidade foi convertido no Estaleiro Inhaúma, no Rio de Janeiro, pelo grupo EEP (Estaleiro Enseada do Paraguaçu), que também ficou responsável pelos cascos da P-75, P-76 e P-77.
Búzios tem volume recuperável de 3,058 bilhões de barris de petróleo e é uma das sete áreas que terão novas plataformas iniciando produção neste ano, de acordo com o plano de negócios da Petrobras. O campo prevê outros quatro módulos, dos quais dois previstos para este ano (Búzios 2 e 3 ; P-75 e P-76), um para 2019 (p-77) e um para 2021 (Búzios V; afretada).
A Petrobras recebe no dia 26 de fevereiro as propostas para o afretamento da unidade de Búzios V, única do campo da cessão onerosa ainda não definida. Fontes da indústria afirmam que os sucessivos adiamentos são uma tentativa da Petrobras de assegurar mais concorrentes no processo.
Fone: Revista Brasil Energia