
O Ibama emitiu, para a Petrobras, uma licença de pesquisa sísmica para a aquisição de dados marítimos 3D com nodes no campo de Sépia, localizado na Bacia de Santos, no último dia 24. A assessoria de imprensa da Petrobras informou, ao PetróleoHoje, que a área de aquisição possui 1.084 km², sendo 681 km² de nodes, com previsão de início e término da pesquisa estimado para janeiro e abril de 2024.
A aquisição será realizada pela PXGEO do Brasil e possui, como principais objetivos: “obter dados 3D de altíssima qualidade para mitigar riscos e otimizar locações de poços em projetos atuais e futuros de Sépia; e servir como levantamento base para futuras aquisições de monitoramento (sísmica 4D)”, explicou a Petrobras.
De acordo com o documento do Ibama, a atividade será realizada pela embarcação de fonte sísmica Artemis Odyssey, de propriedade da Maritim Research IAS, e com uma das seguintes embarcações de instalação de nodes: Siem Dorado, da Siem Offshore, ou Siddis Mariner, da O.H Meling & Co AS.
O campo de Sépia, operado pela Petrobras com 100% de participação, faz parte do contrato de cessão onerosa. A área coparticipada de Sépia conta, ainda, com o bloco Sépia – ECO, adquirido na 2ª rodada de licitação dos volumes excedentes da cessão onerosa e operado pelo consórcio formado por Petrobras (30%), TotalEnergies (28%), Petronas (21%) e QatarEnergy (21%), sendo a PPSA gestora do contrato.
Nesta sexta-feira (1º), a Petrobras informou que solicitou ao Ibama a Licença de Pesquisa Sísmica (LPS) 4D Streamer no campo de Jubarte, localizado na Bacia de Campos.
Fonte: Revista Brasil Energia