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Clippings - 13/03/19

Petrobras renova atendimento a emergências

Estatal deve contratar duas empresas para prestar serviços de resposta a vazamentos de petróleo e derivados

A Petrobras deve contratar duas novas empresas para prestar serviços de atendimento a emergências relacionadas a vazamento de petróleo e derivados no país pelos próximos quatro anos. Em licitação promovida pelo Petronect, somente a Navemestra Serviços de Navegação e a Suatrans Emergência tiveram propostas classificadas.

A Navemestra foi a única classificada nos lotes 1 e 3, que cobrem, respectivamente, as regiões Sul e Nordeste (BA, PE e SE). No primeiro caso, a oferta foi de R$ 34,7 milhões e, no segundo, de R$ 36,5 milhões.

No lote 2, referente aos estados do Ceará, Maranhão e Rio Grande do Norte, a Suatrans propôs a prestação dos serviços por R$ 45,4 milhões.

O escopo prevê a utilização de recursos dos Centros de Defesa Ambiental (CDAs) da Petrobras, que foram criados em 2001, como parte do Programa de Excelência em Gestão Ambiental e Segurança Operacional (Pegaso).

A iniciativa veio na esteira do vazamento de 1,3 milhão de litros de petróleo de um duto da Petrobras na Baía de Guanabara, em janeiro de 2000, que acabou afetando manguezais na região.

Atualmente, a Petrobras conta com 12 CDAs. Eles estão localizados em Itajaí (SC), Guarulhos (SP), Goiânia (GO), Duque de Caxias (RJ), Macaé (RJ), Vitória (ES), Camaçari (BA), Fortaleza (CE), Abreu e Lima (PE), São Luís (MA), Manaus (AM) e Guamaré (RN).

“Localizados em pontos estratégicos para as áreas de atuação da empresa, os centros estão preparados para apoio operacional e logístico, complementando os Planos de Resposta a Emergência existentes nos terminais, refinarias, plataformas e embarcações a serviço da Petrobras”, informou a petroleira, via assessoria de imprensa.

Na base pública de contratos da Petrobras, constam, hoje, 15 contratos ativos de operação e manutenção de CDAs, todos com a Albriggs Defesa Ambiental. Com vencimento previsto para junho deste ano, eles totalizam R$ 143 milhões, além de uma parcela de US$ 12,3 milhões.

Fonte: Revista Brasil Energia