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Clippings - 23/07/20

Petrobras tem 15 meses para produzir em Espadarte

ANP prorrogou contrato de concessão do campo e deu mais prazo para retomada das operações

A ANP prorrogou para 31 de dezembro de 2039 o contrato de concessão do campo de Espadarte, na Bacia de Campos, e autorizou que a interrupção da produção do ativo seja estendida até 23 de outubro de 2021.

Operadora do empreendimento, a Petrobras terá de apresentar à agência, até o final deste ano, relatório de viabilidade técnica e econômica para perfuração e interligação de poços de desenvolvimento nos reservatórios QM-ESP21 e QM-ESP22.

Em caso de viabilidade, a petroleira precisará submeter o projeto de desenvolvimento dos reservatórios; em caso negativo, terá de enviar à ANP o Programa de Desativação de Instalações (PDI) para devolução das áreas.

Espadarte está sem produzir desde agosto de 2018. O FPSO Rio de Janeiro, que era responsável pela atividade, foi retirado da locação no ano seguinte, após a identificação de trincas em seu casco, quando já estava em processo de desmobilização.

Depois de desativar os módulos 1 e 2 de Espadarte, a Petrobras desenvolverá o terceiro módulo pela interligação de um poço ao FPSO Campos dos Goytacazes, no campo de Tartaruga Verde. O projeto conta com a parceria da Petronas, que adquiriu 50% dos ativos em 2019.

A petroleira malaia ficará responsável por cerca de 30% dos custos totais de descomissionamento dos campos, sendo R$ 303,5 milhões referentes a Espadarte e R$ 517,7 milhões relativos a Tartaruga Verde.

Fonte: Revista Brasil Energia