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Clippings - 19/05/20

PetroRio espera aprovações da ANP em 2020

Processos relativos a aquisições de participações nos campos de Frade e Tubarão Martelo correm normalmente, apesar da pandemia

A PetroRio espera receber a aprovação da compra de participações nos campos de Tubarão Martelo e Frade, na Bacia de Campos, no terceiro trimestre e no final do segundo semestre de 2020, respectivamente. De acordo com o vice-presidente do Conselho de Administração da petroleira, Emiliano Fernandes Lourenço Gomes, o andamento dos processos na ANP ocorre normalmente, apesar da pandemia.

Já aprovados pelo Cade, os acordos preveem a compra de 30% da participação da Petrobras em Frade e de 80% da Dommo Energia em Tubarão Martelo. No último, a PetroRio planeja conexão com o campo de Polvo para formar um cluster na Bacia de Campos.

A petroleira, que suspendeu novas perfurações neste ano, considera a possibilidade de colocar mais um poço em funcionamento em Tubarão Martelo. A conexão entre os campos é vista como o projeto mais eficiente em termos de capex para a PetroRio.

Em Polvo, cuja revitalização foi desmobilizada no final de março, a PetroRio prevê novas campanhas no reservatório do Eoceno, após o sucesso do poço Pol-L. Outros projetos em prospectos com formação no mesmo período geológico também são considerados, antecipou o novo CEO da companhia, Roberto Monteiro.

Como estratégia para preservar liquidez em meio à crise na indústria, a companhia negociou a extensão, prevista em contrato, do vencimento do financiamento de US$ 100 milhões com a Prisma Capital para aquisição de Tubarão Martelo e do FPSO OSX-3.

Sobre oportunidades de fusões e aquisições (M&A), Monteiro declarou que a companhia está atenta, mas que não planeja atividades de M&A “no curtíssimo prazo”. No entanto, o CEO reiterou o interesse da companhia por Manati, na Bacia Camamu, no qual tem 10% de participação.

A PetroRio é operadora dos campos de Polvo (100%) e Frade (70%) e, em fase de exploração, dos blocos Pirapema/FZA-M-539 (100%) e FZA-M-254 (100%), na Bacia da Foz do Amazonas, e CE-M-715 (50%), na Bacia do Ceará.

Fonte: Revista Brasil Energia