A ANP aprovou a extensão dos planos de avaliação da descoberta (PAD) do poço 1-OGX-97-MA, batizado de Basílios, e 1-OGX-77-MA, 1-OGX-82-MA e 1-OGX-122-MA, chamados de Fazenda Axixá, Fazenda São Francisco e Fazenda Roseno.
Originalmente, o plano de Basílios, nos blocos PN-T-67 e PN-T-85, seria encerrado em outubro deste ano, enquanto o de Fazenda Axixá, Fazenda São Francisco e Fazenda Roseno, no PN-T-85, terminaria em fevereiro de 2017, mas ambos tiveram o prazo final adiado para 2018. Os planos estão em curso desde 2014.
A agência também revisou as atividades dos planos e reduziu de 381,7 km para 41 km a extensão da sísmica 2D prevista como compromisso firme em Basílios. A ANP manteve a exigência da perfuração de um poço firme e um contingente, além da realização de testes de formação nos poços.
Já no PAD de Fazenda Axixá, Fazenda São Francisco e Fazenda Roseno, a agênicia retirou a necessidade de uma perfuração firme e reduziu o levantamento 2D de 711 km para 41 km, mas manteve a exigência de três perfurações contingentes e testes de formação em cada uma delas.
Agora, no entanto, estão previstos interpretações e estudos de geologia e geofísica tanto como atividade firme quanto contingente em ambos os planos.
Esta já é a segunda vez que os PADs são adiados. A previsão era que o plano de Basílios fosse encerrado em agosto de 2016 e o de Fazenda Axixá, São Francisco e Roseno, em dezembro de 2016, mas em meados de 2015 a operadora pediu mais dois meses para realizar as atividades previstas.
A PGN já declarou a comercialidade de duas outras descobertas dentro do PN-T-67, que viraram os campos de Gavião Preto e Gavião Branco Oeste, e, além de Basílios, ainda avalia outro prospecto no bloco, conhecido como Angical.
A PGN opera os blocos PN-T-67 e PN-T-85 com 70% de participação, em parceria com a BPMB Parnaíba, que responde pelos demais 30%.