A Parnaíba Gás Natural assumiu o compromisso de perfurar um poço firme e dois poços contingentes após reformular o plano de avaliação da descoberta (PAD) de Angical, que avalia os indícios registrados pelos poços 1-OGX-110-MA, 4-OGX-112-MA e 4-OGX-114-MA, no bloco PN-T-67, na Bacia do Parnaíba.
O PAD da área teve um novo cronograma aprovado após a declaração de comercialidade de parte do bloco, com a criação do campo de Gavião Preto, em janeiro deste ano. A companhia também assumiu o compromisso firme de adquirir, processar e interpretar 160 km de sísmicas 2D na área remanescente do plano, além de realizar testes de formação contingentes nos novos poços perfurados.
A companhia tem até dezembro de 2017 para finalizar as atividades firmes e decidir se vai perfurar o primeiro poço contingente. Caso opte por realizar as atividades opcionais, a PGN terá até junho de 2018 para encerrar o plano.
Gavião Preto tem um volume de gás in place de 6,48 bilhões de m³. Na época da declaração da comercialidade do campo, a companhia informou que a área remanescente de Angical permaneceria em fase exploratória até que estivesse madura o suficiente para também ser declarada comercial.
O bloco PN-T-67 é operado pela PGN com 70% da concessão, em parceria com a BPMB Parnaíba, que tem os outros 30%.