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Clippings - 17/12/15

Plano de investimentos da VLI de R$ 9 bilhões serão aplicados em um perãodo de cinco anos

Com investimentos que somam R$ 2,7 bilhões, destinados a ampliação do Tiplam (Terminal Integrador Portuário Luiz Antônio Mesquita), em Santos, a VLI diz que a obra é apontada como um dos principais investimentos privados na área portuária, atendendo a demanda crescente voltada à exportação de cargas no litoral paulista.
Segundo a companhia, a previsão é que as primeiras etapas das obras sejam entregues até dezembro de 2016, culminando com o final das obras em 2017. “É importante ressaltar que as operações de exportação de grãos e açúcar no terminal serão 100% integradas à ferrovia, o que não só tornará as atividades de carga e descarga mais rápidas, como evitará o aumento do fluxo de caminhões que seguem sentido ao Porto de Santos”.
Quando o projeto de transformação desse corredor estiver concluído, os movimentarão o equivalente a cerca de 1.500 carretas. Os veículos de carga farão trajetos mais curtos até os terminais que são integrados à Ferrovia Centro-Atlântica (FCA). Os caminhoneiros poderão fazer mais viagens, com mais segurança. Assim, tem-se uma integração de modais que ajuda a tornar o sistema de escoamento mais eficiente.

Desafios

Segundo a VLI, a forma de enxergar a cadeia logística no Brasil vem mudando nos últimos anos. “Exemplo disso é o plano de negócio que a VLI apresentou no final de 2012 estabelecendo investimentos de R$ 9 bilhões a serem aplicados em um perãodo de cinco anos. Hoje estamos executando esse projeto que possibilitará a ampliação da movimentação de cargas na malha ferroviária controlada pela companhia (FCA e FNS)”.

A companhia vem aplicando o na construção de terminais intermodais de transbordo de carga, na ampliação da atuação portuária da companhia, na aquisição de locomotiva e vagões, e na modernização das linhas férreas. “É importante perceber que essa projeção está pautada em um modelo que diferencia os serviços oferecidos pela VLI: a integração dos modais”.

Ainda segundo a empresa, para pensar em crescimento na ferrovia, tem que se levar em conta as pontas da cadeia. Calcula-se que cerca de 40% a 60% do tempo gasto no transporte de cargas é dedicado às etapas de carregamento e descarregamento. “Esse tempo demandado nas pontas, seja em terminais ou portos, se reflete na ferrovia com a formação de filas de trens. Integrando os ativos, é possível reduzir justamente esse tipo de ineficiência da cadeia, decorrente de uma visão fragmentada do transporte”.