
O Conselho de Administração da Petrobras aprovou, em reunião na quarta-feira (30/6), a venda do Polo Alagoas à Petro+, por US$ 300 milhões. Formado por seis campos terrestres e um em águas rasas no estado de Alagoas, o polo é operado pela estatal com 100% de participação.
Em comunicado, a Petrobras informou que US$ 60 milhões serão pagos na data de assinatura do contrato de compra e venda e os US$ 240 milhões restantes, no fechamento da transação, sujeita ao cumprimento de condições precedentes, entre elas o aval da ANP.
O Polo Alagoas compreende os campos onshore de Anambé, Arapaçu, Cidade de São Miguel dos Campos, Furado, Pilar e São Miguel dos Campos, além de Paru, localizado em águas rasas, com lâmina d’água de 24 m. A produção média do polo de janeiro a maio de 2021 foi de 1,9 mil barris/dia de óleo e condensado e de 602 mil m³/dia de gás, gerando 0,9 mil barris/dia de LGN (líquidos de gás natural).
Junto às concessões, está incluída na transação a Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) de Alagoas, com capacidade de 2 milhões de m³/dia e responsável pelo processamento de 100% do gás do polo e pela produção de LNG.
Criada em 2018, a Petro+ é uma empresa brasileira de integração energética presente em atividades de exploração, produção e comercialização de petróleo e gás natural a partir de campos terrestres e em projetos de geração de energia termoelétrica. Atualmente, o grupo opera nove concessões nas Bacias do Espírito Santo, Potiguar, Recôncavo e Tucano Sul. O fundo de investimento PSS Energy Fund, gerido pela Prisma Capital, é acionista controlador da Petro+.
Fonte: Revista Brasil Energia