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Clippings - 21/08/26

Porto do Açu e Petrobras assinam contrato para exportação de coque

O contrato prevê movimentação de até 600 mil toneladas por ano e o produto virá da Regap, Reduc, Replan e Revap. A primeira operação é esperada para final de agosto

O Porto do Açu e a Petrobras firmaram contrato para exportação de coque de petróleo por meio do Terminal Multicargas (T-Mult), em São João da Barra (RJ), segundo comunicado divulgado na quinta-feira (20). A primeira operação está prevista para o final de agosto.

O contrato é válido por um ano e prevê a possibilidade de renovação por mais cinco. O acordo abrange o escoamento da produção da Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Betim (MG), Refinaria de Duque de Caxias (Reduc), em Duque de Caxias (RJ), Refinaria de Paulínia (Replan), em Paulínia (SP) e Refinaria Henrique Lage (Revap), em São José dos Campos (SP). 

É o primeiro contrato entre as empresas para esse tipo de movimentação. A previsão é de que sejam movimentadas até 600 mil toneladas de coque por ano, contemplando as etapas de recebimento, armazenagem e exportação da carga pelo terminal no Açu. 

De acordo com o Porto do Açu, a rota no Sudeste amplia as alternativas logísticas para a exportação do produto. “Este contrato reforça nosso posicionamento como um hub logístico, aliando nossa expertise na movimentação de granéis sólidos com infraestrutura e capacidade de realizar operações de grande escala com segurança e competitividade”, relatou o CEO do Porto do Açu, Eugenio Figueiredo.  

O coque de petróleo é um subproduto de alto valor comercial gerado no processo de refino, e o volume que será exportado pelo Açu viabilizará a entrada em importantes mercados internacionais.

O T-Mult possui 500 metros de cais operacional e homologação para receber embarcações com calado de até 13,1 metros, podendo operar simultaneamente dois navios do tipo Panamax, cada um com capacidade para transportar até 75 mil toneladas. Desde o início de suas atividades, em 2016, o terminal do Açu já movimentou 26 tipos diferentes de cargas entre granéis sólidos, breakbulk e cargas de projeto.

Fonte: Brasil Energia.