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Clippings - 04/04/22

Posidonia conclui primeira de 5 viagens para transporte de equipamentos eólicos

Divulgação

Balsa oceânica TN-Santa Maria, de propriedade da empresa de navegação, realizou descarga, no Porto de Salvador, de lote de naceles e geradores fabricados pela Weg.

A Posidonia Shipping concluiu a descarga do primeiro lote de naceles e geradores fabricados pela Weg, que serão instalados na fazenda de geração de energia eólica do projeto Rio Energy, em Caetés, na Bahia. A operação foi realizada, no último domingo (27), no Porto de Salvador. O transporte foi realizado pela balsa oceânica TN-Santa Maria, de propriedade da empresa de navegação e que será empregada em todas as próximas quatro viagens que serão realizadas na sequência. Os equipamentos embarcaram no Terminal Portuário de Itajaí (Teporti), em Santa Catarina.

A empresa de navegação avalia que a operação é relevante e marca a retomada de fluxo de cargas de projeto na cabotagem, após um período considerável de estagnação nesse mercado. A Posidonia destacou que é a primeira vez em que a Weg aposta em um volume tão grande de equipamentos embarcados por via marítima de uma só vez. “No final, além da beleza natural de uma operação como esta, ainda colhemos a ótima parceria que se firmou entre todos os envolvidos neste projeto”, comentou o diretor de operações da Posidonia, Alex Ikonomopoulos.

O diretor-presidente da Posidonia, Abrahão Salomão, destacou que a operação foi cuidadosamente planejada e contou com a atuação da Maersk, como integrador logístico, além do pessoal técnico e operacional da empresa de cabotagem. Salomão disse que todo o projeto foi executado sob a coordenação MSE Consultoria Naval e Vistoria, contratada para fazer todo o planejamento de carregamento, peação e load in (carregamento). “A conclusão dessa operação consolida a posição de excelência da Posidonia no transporte de equipamentos eólicos, lembrando que já transportamos mais de 100 pás eólicas com essa mesma embarcação sem qualquer avaria — fosse no transporte, fosse na peação, que é extremamente crítica nessa operação”, comentou Salomão.

O transporte de equipamentos eólicos por cabotagem é uma das principais apostas da empresa no segmento de cargas de projeto. A estratégia é movimentar principalmente cargas de projeto com perfil que se adequa bem a balsas e rebocadores, ampliando a competitividade do modal. A balsa oceânica para transporte de carga geral Santa Maria também já realizou operações com umbilicais entre Rio de Janeiro e Espírito Santo, por exemplo.

Após um período em que o mercado vinha disputando as poucas cargas de projeto transportadas via cabotagem, a Posidonia notou uma recuperação no segundo semestre do ano passado. Em outubro de 2021, a empresa concluiu o transporte de dois mobile harbour cranes (MHCs) entre os terminais da Triunfo Logística, no Rio de Janeiro, e da Alumar, no Maranhão. Foram cerca de 30 dias entre o planejamento logístico e a chegada da carga ao destino a bordo do navio Bruce, afretado pela empresa de navegação. Um dos guindastes pesava 386 toneladas e o outro 424 toneladas.

Fonte: Revista Portos e Navios