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Clippings - 21/03/23

PPSA espera investimento de R$ 72,5 bilhões até 2032

Arquivo/Divulgação

Estatal do pré-sal estima receita total de US$ 344 bilhões nos próximos 10 anos

A Pré-Sal Petróleo (PPSA) tem grandes expectativas para o período de 2023 a 2032. O superintendente de desenvolvimento e produção da PPSA, Marcelo Restum, destacou que, nos próximos 10 anos, é esperada uma produção de 7,7 bilhões de barris, sendo 25% equivalentes a 1,9 bilhão, para a União, com receita total da ordem de US$ 344 bilhões. Criada em 2013, a PPSA atua na gestão dos contratos de partilha de produção, e representa a União nos acordos de individualização da produção e gestão da comercialização de petróleo e gás natural.

“Nesse caso, temos três parcelas nesse valor: a primeira é dada a comercialização com 157 bilhões, 100 bilhões virão de royalties e os impostos gerarão 87 bilhões. É bastante representativo porque só esses 19 contratos, no pré-sal, nos darão muitas oportunidades”, projetou na última semana, durante o Energy Talks – A nova geração de FPSOs do pré-sal: uma visão do futuro, promovido pela agência EPBR, 

De acordo com Restum, são esperados cerca de R$ 72,5 bilhões em investimentos entre 2023 e 2032, com aproximadamente 21 FPSOs e 19 poços. “Isso é importante para o país porque gera riquezas, empregos e sabemos o valor que tem esse investimento para o nosso período”, comentou o superintendente.

Desde 2017, a produção acumulada de óleo e petróleo é de 343 milhões de barris, o excedente em óleo da União acumulado é de 21 milhões de barris e, de 2021 para 2022, houve um crescimento de mais de 10%. A produção acumulada exportada de gás soma 990 milhões de metros cúbicos, nos últimos cinco anos, e o excedente de gás natural da União foi de 150 milhões de metros cúbicos, sendo arrecadados, com a venda dos excedentes de petróleo e gás já, o valor de R$ 7,3 milhões.

Em 2022, a estatal do pré-sal, teve arrecadação recorde de R$ 4,7 bilhões, quase quatro vezes maior do que no ano anterior, quando arrecadou R$ 1,2 bilhão. Em janeiro de 2023, os contratos em regime de partilha de produção já bateram recordes também com média de 845 mil barris de petróleo por dia, quase o dobro do registrado em janeiro de 2022 e 11% superior ao de dezembro de 2021, motivado pela melhoria operacional no campo de Búzios, que apresentou volume de 428 mil barris de petróleo por dia, seguido de 212 mil barris de petróleo por dia em Libra e 101 mil barris de petróleo por dia em Sépia.

Fonte: Revista Portos e Navios