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Clippings - 27/10/21

PPSA publica edital do 3º Leilão de Petróleo da União

A PPSA publicou, na terça-feira (26/10), o edital do 3º Leilão de Petróleo da União. O evento ocorrerá na B3, em São Paulo, no dia 26 de novembro, de forma presencial, onde serão comercializados mais de 55 milhões de barris de petróleo de propriedade da União dos campos de Búzios, Sapinhoá, Tupi, e da Área de Desenvolvimento de Mero. As cargas estarão disponíveis para embarque a partir de 2022.

O edital anunciou que os prazos de contrato variam entre 24, 30 e 60 meses, a começar a partir de janeiro de 2022. Os volumes a serem ofertados constam no gráfico divulgado no edital abaixo.

A PPSA alega que os volumes referentes aos campos são apenas estimativas, o que significa que, ao arrematar um lote, o comprador poderá ter um volume menor ou até maior do que o volume estipulado no edital durante o período nomeado.

Segundo o edital, apenas empresas de petróleo que já são membros de consórcios no pré-sal, refinarias que tenham logística comprovada para a retirada do óleo e empresas brasileiras de trading podem participar do leilão como proponentes individuais. Já os consórcios poderão ser compostos por até três companhias, sendo uma empresa de petróleo, uma refinaria, uma trading brasileira ou uma empresa de logística. A mesma empresa só pode participar de mais de um consórcio se for relativo a compra em outro campo.

Conforme já anunciado pelo PetróleoHojeo leilão poderá ser realizado em até três etapas. Na primeira fase, serão oferecidos lotes de maior prazo para cada campo, vencerá quem oferecer o maior ágio sobre o Preço de Referência (PR) fixado pela ANP para o respectivo petróleo. Caso algum lote não seja arrematado, será realizada uma nova etapa, com a reabertura do referido lote para contrato de menor prazo. Da mesma forma, vencerá quem ofertar o maior ágio sobre o PR. Se ainda assim não houver interessados, terá início a fase da Repescagem. O lote será reapresentado pelo menor prazo e o vencedor será aquele que oferecer a menor oferta de deságio em relação ao PR. A PPSA, por sua vez, poderá aceitar ou não a oferta.

Fonte: Revista Brasil Energia