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Clippings - 25/10/22

Prazo para mobilização contratual de atividades com flexíveis no Açu vai até maio de 2023, diz Petrobras

Arquivo/Divulgação Consórcio 3T

Companhia informou que contrato com consórcio prevê prestação de serviços de carregamento, descarregamento, manuseio, controle, transporte e armazenamento de tramos, bobinas e acessórios de flexíveis submarinos

A Petrobras informou que a data-limite para a mobilização contratual do termo firmado com o consórcio ‘3T Flexíveis’ é 4 de maio de 2023. O contrato, de acordo com a companhia, prevê a prestação de serviços de carregamento, descarregamento, manuseio, controle, transporte e armazenamento de tramos, bobinas e acessórios de flexíveis submarinos. O consórcio foi formado em 2021 pela Transdata, empresa de engenharia e movimentação de cargas, e pela Splenda Offshore, especializada em logística titular da concessão do Terminal Portuário de Angra dos Reis (TPAR).

Na última semana, um comunicado da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia e Relações Internacionais do Rio de Janeiro informou que a empresa Aliseo instalará uma base de carregamento de flexíveis no Porto do Açu, com investimentos da ordem de R$ 500 milhões e geração de 500 empregos a nível local. A base vai ocupar 160 mil metros quadrados do complexo portuário e industrial, localizado em São João da Barra (RJ).

Procurada pela Portos e Navios, a Petrobras ressaltou em nota enviada pela assessoria de imprensa que, atualmente, não possui nenhum contrato em vigor com a ‘Aliseo Empreendimentos e Participações S.A’ referente à construção de uma base logística na região Norte fluminense.

Em maio, o consórcio 3T Flexíveis anunciou investimentos de R$ 300 milhões para construir uma base de logística de flexíveis e terminal de uso privado (TUP) para apoio logístico offshore no Porto do Açu, com a finalidade de atender a Petrobras e outros clientes da indústria de petróleo e gás. O escopo inicial prevê que a 3T Flexíveis ocuparia 100 mil m² na área da OSX Brasil, com 460 metros de cais e quatro berços para atracação.

Fonte: Revista Portos e Navios