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Clippings - 12/01/17

Prefeitos da Grande Vitória estudam volta do aquaviário

Prefeitos da Grande Vitória estudam volta do aquaviário Atendimento seria feito, principalmente, a Vitória, Vila Velha e Cariacica.

Empresa apresentou informações e tem 60 dias para fazer estudo técnico.

Kaique DiasDa CBN Vitória

Os prefeitos da Grande Vitória analisam a possibilidade da retomada do sistema de aquaviário na região Metropolitana. Uma empresa interessada já apresentou as primeiras informações e tem até 60 dias para realizar um estudo técnico. O atendimento seria feito, principalmente, aos municípios de Vitória, Vila Velha e Cariacica.

A empresa que se ofereceu para fazer um estudo de viabilidade para o aquaviário administra o transporte e passeios pelas lagoas da Barra da Tijuca, no Rio de
Janeiro, atendendo o setor privado.

Na Baía de Vitória, a ideia seria instalar terminais em Jardim Camburi, Praia do Suá e Praça do Papa, em Vitória; Prainha e São Torquato, em Vila Velha; e Porto
de Santana, em Cariacica. O sistema seria integrado ao Transcol, com possibilidade de os passageiros pagaram uma passagem para as duas modalidades.

Na reunião que discutiu o assunto, realizada nesta quarta-feira (11), estavam presentes os prefeitos do município canela-verde, Max Filho (PSDB), e da
capital, Luciano Rezende (PPS). Representantes de Cariacica também participaram do encontro.

Segundo Max, é necessário o estudo do fluxo de passageiros e da demanda para saber qual seria o custo da instalação. “O passo inicial é a integração entre os municípios, envolvendo o estado, para integrar um sistema que é um sonho antigo
dos moradores”, declarou.

Como seria
O estudo técnico ainda vai ser apresentado pela empresa, mas algumas características devem seguir o que é feito no Rio de Janeiro. As balsas comportariam entre 50 e 150 pessoas, segundo a empresa responsável, com possibilidade de transportar ciclistas. A embarcação navega em regiões mais
rasas, como o Canal de Camburi.

Segundo o presidente da empresa, Ricardo Herdy, o valor da passagem, os pontos e a forma de pagamento ainda serão estudados nos próximos 60 dias. Sem a parte burocrática, ele projeta que a implantação possa ser realizada em pouco tempo.

“É o tempo de trazer as embarcações e fabricar algumas. De cinco a seis meses conseguimos implantar, a partir da análise da viabilidade”, afirmou.

Outras reuniões serão realizadas entre os prefeitos nas próximas semanas.

Procurada, a Secretaria dos Transportes e Obras Públicas (Setop) disse, em nota, que, em função da crise econômica e dos ajustes que foram necessários para manter o equilíbrio das contas públicas, o aquaviário não está entre as obras priorizadas pelo governo do estado.