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Clippings - 12/03/21

Primeira base de amônia para operações ship-to-ship já está em esudos

A Maersk e seus parceiros Fleet Management Limited, Keppel Offshore & Marine, Maersk Mc-Kinney Moller Center for Zero Carbon Shipping, Sumitomo Corporation e Yara International ASA firmaram um Memorando de Entendimento para conduzir um estudo de viabilidade para implantar uma cadeia de suprimentos para o fornecimento de bunkering de amônia verde ship-to-ship no Porto de Cingapura.

Emitindo zero CO2 quando queimada, a amônia há muito tempo é considerada um dos combustíveis marítimos alternativos mais promissores para reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) na indústria naval, o que está em linha com a estratégia da Organização Marítima Internacional (IMO) para reduzir as emissões de CO2 até 2050.

Em particular, a amônia verde possui um grande potencial, pois é produzida apenas a partir de eletricidade renovável, água e ar, sem emissão de CO2.

O estudo visa cobrir toda a cadeia de abastecimento ponta a ponta do abastecimento de amônia, que inclui o desenvolvimento de uma cadeia de abastecimento de amônia verde econômica e projetos de navios de abastecimento de amônia.

O estudo avaliará o fornecimento de amônia, incluindo potenciais sinergias com o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) como ponto de partida. Considerando os requisitos comparáveis para armazenamento refrigerado moderado, os navios ou barcaças inicialmente projetados para GLP também podem lidar com amônia marrom, azul e verde.

Fonte: Revista Portos e Navios